Todo mundo quer ser feliz.
Essa é a nova proposta.
O que acontece é que o conceito de felicidade pode ser muito diferente de uma pessoa para outra.
Ser feliz para uns é ter o carro do ano, IPad, Ipod, e todos os aparatos tecnológicos de última geração. Uma casa num bairro de luxo, amigos influentes, o cargo ideal.
Para outros é simplesmente ter o pão de cada dia, pois eles sabem que às vezes até o pão falta. O teto sem goteiras, o calçado para as crianças... e tantas outras coisas tão básicas que nem nos damos conta porque isso não nos costuma faltar.
Para outros ainda é ter saúde. Quando festejamos a passagem de ano, costumamos cantar a tradicional cantiga: "Adeus ano velho, feliz ano novo, que tudo se realize no ano que vai nascer... muito dinheiro no bolso, saúde pra dar e vender"... Mas a verdade é que essa saúde só nos é relevante de fato quando nos falta. Daí nos damos conta de como a saúde faz falta e como ela é primordial para o que quer que desejemos conquistar em nossas vidas.
Quando passamos por muitas intempéries na vida, como brigas, falta de respeito, doença de pessoas que amamos, a possibilidade de perder um ente querido, a grana curta ( mas não faltante, graças a Deus), um trabalho que não nos realiza, puxadas de tapete, traições, amigos falsos e uma série de desgostos que nos levam a depressão e a quase desacreditar que a vida vale a pena... então aprendemos que a felicidade absoluta ou na maior parte do tempo simplesmente não existe. Ela vem em conta-gotas. É sábio quem sabe aproveitar essas gotinhas.
Viver com intensidade o momento feliz, sem pensar no amanhã. Saber identificar aquele momento, explorá-lo ao máximo, sentir-se uno com Deus pois Deus é amor e alegria. Sim, Ele está conosco nos momentos tristes, nos amparando e alimentando para que não desistamos de tudo. Mas eu tenho certeza que Ele se sente mais feliz quando seus filhos estão felizes, pois assim é o verdadeiro Pai.
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