
Noite escura, breu total. Caminhava sozinha. Não conseguia ver o que tinha ao seu redor, nem à frente, tampouco atrás. A única certeza que tinha era do chão sob seus pés. Mas também não conseguia enxergá-lo.
Embora ela não o visse, era ele, o chão, seu contato com o mundo físico e era nele que tinha que seguir. E embora sozinha, sabia que o único sentido do caminho era sempre em frente.
Quantas e quantas vezes não sentimos o vazio da existência? Questionava-se. O porquê de tudo, o sentido de cada coisa, quem nos amparará quando cairmos ou vacilarmos?
Pensamentos tristonhos permeavam sua mente, mas seguia, sempre na mesma direção, sozinha na jornada, ansiando por finalmente ver onde daria aquela estrada de escuridão.
Acordou. Era um sonho. Pensou no que significaria e no que sentira. Sentiu que aquela certeza de caminhar no escuro, sem medo e sem saber onde tudo iria dar só poderia vir de um lugar: do Pai Maior. E serenou um pouco seu coração.
Embora ela não o visse, era ele, o chão, seu contato com o mundo físico e era nele que tinha que seguir. E embora sozinha, sabia que o único sentido do caminho era sempre em frente.
Quantas e quantas vezes não sentimos o vazio da existência? Questionava-se. O porquê de tudo, o sentido de cada coisa, quem nos amparará quando cairmos ou vacilarmos?
Pensamentos tristonhos permeavam sua mente, mas seguia, sempre na mesma direção, sozinha na jornada, ansiando por finalmente ver onde daria aquela estrada de escuridão.
Acordou. Era um sonho. Pensou no que significaria e no que sentira. Sentiu que aquela certeza de caminhar no escuro, sem medo e sem saber onde tudo iria dar só poderia vir de um lugar: do Pai Maior. E serenou um pouco seu coração.
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