quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Despedidas

Mais uma vez, digo adeus.
Ou melhor, até logo, até daqui a pouco, por favor, que esse pouco, seja pouco mesmo.
Mais uma vez a dor da saudade dá uma rasteira na minha alma
Perco o prumo, o rumo, o sentido e tudo o que envolve a orientação.
Mas me reergo porque é assim que a vida manda.
Não temos tempo para chorar nossas partidas, nossas breves ou longas despedidas,
as separações que não queremos que aconteçam,
mas que insistem em acontecer,
porque esse é o movimento, esse é o ciclo.

Os laços não se rompem,
porque assim é a amizade, o amor verdadeiro
A gente se entrelaça
e não tem jeito de desatar
a gente se abraça
e nunca mais quer soltar
a gente chora
mas quer mais é gargalhar

Gargalhar de alegria
Pela vida que pulsa em nós
Que limpa nossos corações
com boas energias
emanadas dos sentimentos puros e verdadeiros
e quem não entende desses versos
Meu sinto muito e meu conselho:
corra, seja ligeiro,
porque a vida passa,
as despedidas doem,
mas quem ama tem direito
ao amor por inteiro.



Marilda: essa é pra vc!

2 pensamentos:

Marina disse...

Difícil escrever com o teclado molhado... Fofoooooooooooo!

CARLA ROCHA disse...

ARRASOU, HEIN??? Mil beijos