domingo, 14 de junho de 2009

Solidão




Solidão clama
Por coração que chama
Qualquer paixão que dissipa
Solidão indevida
Tempos de esperança
Quando ainda criança
Juventude de sorrisos,
Sonhos coloridos, infinitos

Tudo agora se desvia
Na solidão da velhice que grita
Por atenção, paixão
Amor que nunca finda

Destino, traçamos, traçado?
Traço torpe ou bem contornado?
Escolhas ou fatalidades?
Única certeza, amor para a eternidade

Aos velhinhos solitários
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