
Sempre fui uma pessoa que tentou não ter apegos.
Mas acho que falhei muito nessa proposta.
Cada vez que tenho que tomar um novo rumo, a sombra do passado parece me encobrir. E as lágrimas caem fácil.
Tenho uma certa tendência à tristeza. Mas também uma vontade férrea de me entregar à alegria. E ao desprendimento. Ao desapego.
Quem disse que é fácil?Mas a sensação de nos desprendermos de algo que é tóxico, mas que estamos arrastando há tempos, é maravilhosa.
Dá aquele sentimento de que vivíamos uma relação parasitária, que o outro - emprego, estudo, relacionamento - só nos sugava e não nos alimentava em nada.
Por outro lado, não é nada agradável a sensação de se desprender de algo que amamos. Só que tem momentos que a vida nos força, relutamos, lutamos contra a maré, mas não tem jeito. Daí me questiono: será que era para ser assim? Será que tenho algo também a aprender com isso?
Tenho passado por muitas transformações, todas necessárias e muitas lições de desapego. Hoje precisei me desapegar de algo muito importante, visto que foi o que me ajudou a mudar tanto, a crescer tanto... As lágrimas mais uma vez vieram fácil. Até agora estou me questionando qual a lição.
Acho que é o preço da maturidade. De caminhar sozinha. De tomar os passos certos ou errados sem orientação dos outros.
Difícil olhar para si próprio e realmente se enxergar. Difícil encarar que tem coisas que a gente definitivamente não quer para si. Que a gente precisa mudar.
Que caminhamos até agora, mas parte do que vivemos não é exatamente o que gostaríamos. Ou está muito longe do que gostaríamos.
Ainda tem a questão de nos sentirmos culpados... Poxa, mas vc foi tão longe. Conquistou tanto... E não está satisfeito?
Sem dúvida, caminhei muito. Cada passo, um aprendizado. Só que cai sobre meus olhos a certeza de que um outro amanhã, mais livre e mais feliz quer ser construído.
Que o ranço, a mágoa, a tristeza devem ir embora.
Que os potenciais devem ser desenvolvidos.
Que a alegria e o amor devem vir fazer morada em mim.
Que partidas e novas histórias fazem parte da vida.
Que todo mundo, inclusive eu, merece ser feliz.
Mas acho que falhei muito nessa proposta.
Cada vez que tenho que tomar um novo rumo, a sombra do passado parece me encobrir. E as lágrimas caem fácil.
Tenho uma certa tendência à tristeza. Mas também uma vontade férrea de me entregar à alegria. E ao desprendimento. Ao desapego.
Quem disse que é fácil?Mas a sensação de nos desprendermos de algo que é tóxico, mas que estamos arrastando há tempos, é maravilhosa.
Dá aquele sentimento de que vivíamos uma relação parasitária, que o outro - emprego, estudo, relacionamento - só nos sugava e não nos alimentava em nada.
Por outro lado, não é nada agradável a sensação de se desprender de algo que amamos. Só que tem momentos que a vida nos força, relutamos, lutamos contra a maré, mas não tem jeito. Daí me questiono: será que era para ser assim? Será que tenho algo também a aprender com isso?
Tenho passado por muitas transformações, todas necessárias e muitas lições de desapego. Hoje precisei me desapegar de algo muito importante, visto que foi o que me ajudou a mudar tanto, a crescer tanto... As lágrimas mais uma vez vieram fácil. Até agora estou me questionando qual a lição.
Acho que é o preço da maturidade. De caminhar sozinha. De tomar os passos certos ou errados sem orientação dos outros.
Difícil olhar para si próprio e realmente se enxergar. Difícil encarar que tem coisas que a gente definitivamente não quer para si. Que a gente precisa mudar.
Que caminhamos até agora, mas parte do que vivemos não é exatamente o que gostaríamos. Ou está muito longe do que gostaríamos.
Ainda tem a questão de nos sentirmos culpados... Poxa, mas vc foi tão longe. Conquistou tanto... E não está satisfeito?
Sem dúvida, caminhei muito. Cada passo, um aprendizado. Só que cai sobre meus olhos a certeza de que um outro amanhã, mais livre e mais feliz quer ser construído.
Que o ranço, a mágoa, a tristeza devem ir embora.
Que os potenciais devem ser desenvolvidos.
Que a alegria e o amor devem vir fazer morada em mim.
Que partidas e novas histórias fazem parte da vida.
Que todo mundo, inclusive eu, merece ser feliz.
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2 pensamentos:
Lu, parece que você escreveu esse texto pra mim. Obrigada :)
Lu,
faço coro com a Núbia:
vc escreveu esse texto pra mim?
rs...
beijos e obrigada pelas palavras tão verdadeiras,
Déa
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