
Será que é só em mim que bate esse lento e incômodo cansaço de tudo?
Um cansaço do corpo moído, dolorido,
Massacrado, corroído pelas dores da vida
Um cansaço da incompreensão, da injustiça, até da solidão
de quem aparente companhia sempre tem
Um cansaço do mundo, sempre correndo, sem destino,
que se tornou um lugar imundo, inundado de lama e desatino
Às vezes me bate profundo cansaço
do olhar de reprovação do outro
do fardo pesado
do julgo de quem pouco sabe da vida
mas insiste em achar que tudo sabe
Da arrogância, da distância, da mendicância por mais amor
Eita...
que grande cansaço!
--
0 pensamentos:
Postar um comentário