
Férias ...período que pressupõe uma desaceleração natural. Menos compromissos, pensamentos focados no seu bem-estar, em projetos para sua própria vida (aquela que existe além do trabalho), curtição. Mas nem sempre é assim que a banda toca...
Impressionante como pouco relaxei nessa primeira semana de férias. Ainda bem que tem mais três. A cabeça não desviou do trabalho totalmente. Tudo bem, preocupação natural de quem quer que as coisas fluam, dêem certo, que a empresa cresça. Absolutamente não me sinto imprescindível. Mas gosto do que faço e quero contribuir para o crescimento da empresa. Chegaremos lá!
Por outro lado, comecei a tocar um projeto pessoal. E me dei conta que é melhor esperar um pouco mais para tocar isso ou as férias vão voar pela janela e vou voltar mais irritada e acelerada do que sai...
Problemas... ah, eles sempre aparecem. O pai do noivo está doente. Pára tudo, vamos cuidar disso. Praticamente um carma ter alguém doente na minha esfera de relacionamentos. Se Deus quiser, não há de ser nada.
Fora isso, banco, dentista, acertos, e o MBA que não parou, claro. Férias? Ainda conturbadas. Mas prometo para mim mesma total desaceleração nos próximos dias. Foco no meu encontro pessoal. Eu, comigo mesma. Hora de avaliar a vida, se acalmar, desestressar. Repensar caminhos, valores, trajetória pessoal e profissional. Hora de parar de ser engolida pelo relógio e usar o tempo e um pouco de experiência e maturidade ao meu favor. Não que seja fácil. Porém, sou categórica em afirmar que é absolutamente necessário.
Antes de dar o próximo passo, aconselhável concluir o próprio passo que está dando. Antes de olhar adiante, olhar para trás, ver o que passou, o que aprendeu, em quem se transformou e... ufa, fôlego e seguir adiante.
Neste momento, sinto uma grande necessidade de desaceleração. Não somente por conta das férias. Mas principalmente por entender que a vida exige uma nova versão de mim... para que eu seja mais feliz.
Impressionante como pouco relaxei nessa primeira semana de férias. Ainda bem que tem mais três. A cabeça não desviou do trabalho totalmente. Tudo bem, preocupação natural de quem quer que as coisas fluam, dêem certo, que a empresa cresça. Absolutamente não me sinto imprescindível. Mas gosto do que faço e quero contribuir para o crescimento da empresa. Chegaremos lá!
Por outro lado, comecei a tocar um projeto pessoal. E me dei conta que é melhor esperar um pouco mais para tocar isso ou as férias vão voar pela janela e vou voltar mais irritada e acelerada do que sai...
Problemas... ah, eles sempre aparecem. O pai do noivo está doente. Pára tudo, vamos cuidar disso. Praticamente um carma ter alguém doente na minha esfera de relacionamentos. Se Deus quiser, não há de ser nada.
Fora isso, banco, dentista, acertos, e o MBA que não parou, claro. Férias? Ainda conturbadas. Mas prometo para mim mesma total desaceleração nos próximos dias. Foco no meu encontro pessoal. Eu, comigo mesma. Hora de avaliar a vida, se acalmar, desestressar. Repensar caminhos, valores, trajetória pessoal e profissional. Hora de parar de ser engolida pelo relógio e usar o tempo e um pouco de experiência e maturidade ao meu favor. Não que seja fácil. Porém, sou categórica em afirmar que é absolutamente necessário.
Antes de dar o próximo passo, aconselhável concluir o próprio passo que está dando. Antes de olhar adiante, olhar para trás, ver o que passou, o que aprendeu, em quem se transformou e... ufa, fôlego e seguir adiante.
Neste momento, sinto uma grande necessidade de desaceleração. Não somente por conta das férias. Mas principalmente por entender que a vida exige uma nova versão de mim... para que eu seja mais feliz.
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